sexta-feira, 30 de junho de 2017

Deus é o nosso refúgio!

Texto chave:para memorizar: Há um rio, cujas correntes alegram a cidade de Deus, o santuário das moradas do Altíssimo. Deus está no meio dela; jamais será abalada; Deus a ajudará desde antemanhã. Bramam nações, reinos se abalam; ele faz ouvir a sua voz, e a terra se dissolve. O SENHOR dos Exércitos está conosco; o Deus de Jacó é o nosso refúgio. Salmos 46:4-7
Introdução:
Saber que Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente nas tribulações, muitos sabem. Praticar e demonstrar que confiamos Nele no meio da crise, das pressões e das tempestades, todos nós, em algum momento, falhamos. E falhamos, porque não corremos para o refúgio, achando que podemos resolver sozinhos, por conta própria, ainda que com a ajuda de pessoas, mas sem a ajuda de Deus, sem buscar em Deus.

Tememos aquilo que vemos!

Lembrando daquela tragédia que aconteceu no Rio de Janeiro, quando um ciclista perdeu a vida, no momento em que andava em cima de uma passarela, que foi violentamente atingida por uma onda, podemos imaginar a força e o poder que há em uma onda, no mar e nas tempestades.

Quando as ondas atingem as paredes montanhosas de Whitby, na Inglaterra, duramente castigadas pela ação das ondas ao longo de milhares de anos, sentimos a terra tremer, e nos apavoramos com o som do impacto que é emitido. Quando uma tempestade atinge uma embarcação, as ondas e o vento produzem sons que aterrorizam qualquer um que esteja no meio da tempestade. Assim foi com os discípulos que estavam no barco.

E no meio da tempestade, muitos esquecem a fé, esquecem a Deus, esquecem de onde pode vir o auxílio. Deixam o pavor tomar conta do coração, e entram em pânico. Ao tentar salvar a si mesmos, se afundam cada vez mais. Quantas vezes, salva-vidas precisam nocautear pessoas que estão se afogando no mar, pois elas se debatem tanto, que não permitem que o salva-vidas as leve para a praia em segurança. E muitas vezes, assim somos nós. Nos debatemos ao invés de nos aquietarmos.

Em outras palavras, o Salmo 46 nos diz que “ainda que as águas do mar sejam fortes e violentas, a tal ponto de sacudirem os montes, com muita intensidade e muito barulho, há um rio que nasce, de pequenas correntes, que alegram a cidade de Deus, que trazem conforto e paz. Esta corrente, apesar de ser pequena, satisfaz.

Mas tememos mais o que vemos, do que aquilo que é invisível, que só pode ser visto pela fé, com os olhos da fé. E aquele que consegue ver, pela fé, agrada a Deus. E quem consegue beber esta água, viver às suas margens, mergulhar nas suas águas, descansar, confiar e se alegrar com suas correntes, estará seguro.

A nossa fé é realmente testada, verdadeiramente testada, somente quando somos levados em direção à severos conflitos e, até mesmo, quando o próprio inferno parece aberto para nos engolir.

Em Isaías 8:6-7 diz: “Em vista de este povo ter desprezado as águas de Siloé, que correm brandamente, e se estar derretendo de medo diante de Rezim e do filho de Remalias, eis que o Senhor fará vir sobre eles as águas do Eufrates, fortes e impetuosas, isto é, o rei da Assíria, com toda a sua glória; águas que encherão o leito dos rios e transbordarão por todas as suas ribanceiras.”

O profeta se refere ao canal que conduzia a água desde o tanque superior, ao norte de Jerusalém, até o tanque de Siloé, para o sul, onde era armazenada para uso na cidade. Esse canal simboliza aqui a tranquilidade e o bem-estar que Acaz não aceitou de Deus, ao tentar aliar-se com a Assíria (Is.7:1-9). Mais tarde a Assíria invadiria Judá como as águas transbordantes dos rios, isto é, o rio Eufrates, como símbolo de muito poder e destruição.

O Espírito Santo nos exorta e nos encoraja a compartilhar a mesma confiança nas águas tranquilas que provém do Senhor. Apesar dos recursos daqueles que se ensoberbecem, exaltando a si mesmos contra nós, devemos nós preservar a nossa tranquilidade em meio à tempestade e problemas, e não se atemorizar ou se envergonhar por causa dessa condição vulnerável, enquanto a mão de Deus está estendida para nos salvar.

Ainda que a ajuda de Deus venha em nosso socorro de uma forma sutil, calma e secreta, como as nascentes de uma corrente, mesmo assim, nos leva a um lugar, ou promove dentro de nós mais tranquilidade de espírito do que se todo o mundo se juntasse para nos ajudar.



O QUE PODEMOS FAZER...

·         Confie no Senhor e ore ao Senhor como fez Davi no Salmo 23
·         Não escute o que dizem as pessoas com pouca fé. Não escute quando falam contra a palavra e oração dos pastores que Deus colocou sobre a tua vida, pois o objetivo do inimigo é atingir a tua fé. Assim fez Rabsaqué para destruir a fé do povo e jogar o povo contra Ezequias em 2 Reis 18:19-35
·         Tenha calma para escutar o som sutil das correntes de águas desse rio que sai do trono de Deus e seja vivificado.
·         Se plantar a sua vida junto a essas correntes de águas, tudo o que você fizer será bem-sucedido como afirma o Salmo 1.

·         Aquiete-se, acalme-se, não em qualquer lugar, mas na presença de Jesus Cristo, o verbo eterno. Estas águas representam a Sua Palavra, que é Jesus. Quando você estiver cheio da Palavra, ou seja, cheio de Jesus, você não ouvirá mais o poder e força das muitas águas e tempestades, pois Ele te fará seguro no meio de qualquer tormenta.